No próximo dia 25 DE Maio DE 2016, o ICOMOS e o ICOM organizam no Museu Arqueológico do Carmo, pelas 18h, uma iniciativa com o tema: "Objectivos de Desenvolvimento Sustentável - A Cultura na Agenda 2030 das Nações Unidas"

 

 

 

Organizado pela APRUP (Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Protecção do Património), pela Universidade de Aveiro e pelo Museu Nacional do Azulejo, este encontro, destinado a arquitectos e gestores de património, tem como objectivo promover a discussão no âmbito das intervenções e estabelecimento de boas práticas. Possui uma componente técnica com caso de estudo real que será apoiada numa componente teórica que permitirá dar a conhecer as especificidades materiais e as condicionantes das técncias de conservação.

Consulte o Programa.

 

 

Arte Rupestre do Vale do Côa

Em Janeiro de 1996, o recém-eleito Governo, chefiado por António Guterres, suspende os trabalhos de construção da barragem de Foz Côa, empreendimento que iria submergir o maior núcleo de arte rupestre paleolítica de ar livre conhecido até então. A medida visava, em primeiro lugar, esclarecer a dimensão e importância científica e patrimonial dos painéis rupestres identificados até à data — “num quadro de serenidade e rigor científico” — para fundamentar uma decisão definitiva sobre o destino a dar... ou à barragem ou às gravuras rupestres, cuja coexistência se afigurava, desde o início, incompatível. Esta medida constitui, ainda hoje, o mais arrojado e corajoso acto de toda a democracia portuguesa em prol do conhecimento e da protecção de um bem cultural, atitude que acabou por ter igual admiração a nível mundial, nomeadamente no seio da comunidade científica. As gravuras que não sabem nadar, como tão bem verbalizaram, trauteando, os estudantes da Escola Secundária de Foz Côa, saíram vitoriosas da inflamada polémica que agitou toda a sociedade portuguesa de então. Os estudos entretanto desenvolvidos por peritos portugueses, em diálogo permanente com investigadores e instituições internacionais, viriam confirmar e reforçar a importância científica e cultural destas primeiras manifestações artísticas da humanidade.

Patromonio

 

O Congresso Ibero-Americano “Património, suas matérias e imatérias” a ocorrer em Lisboa, nas instalações do LNEC, nos dias 2 e 3 de novembro de 2016, procura criar o ambiente para a realização de diálogos cruzados entre investigadores, técnicos e especialistas, oriundos de diferentes áreas disciplinares, que estejam interessados em reflectir e discutir o Património Cultural nas suas componentes materiais e imateriais, incluindo as problemáticas socioculturais que lhe estão associadas.

O Congresso será uma organização do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC – www.lnec.pt/pt), do Centro em Rede de Investigação em Antropologia do Instituto Universitário de Lisboa (CRIA-IUL – http://cria.org.pt/site/) e o Centro de Estudos Internacionais do ISCTE-IUL (CEI-IUL – http://cei.iscte-iul.pt/en/).

 

 

Curso de Estudos Avançados em Reabalitação

A reabilitação do património edificado é um dever da sociedade e uma oportunidade de desenvolvimento para o setor da construção. O leque de intervenções possíveis é muito alargado, incluindo a preservação do património monumental, a reabilitação profunda de edifícios antigos e a resolução de patologias de edifícios mais recentes. A intervenção no património edificado, quando efetuada corretamente, permite também ganhos ao nível da sustentabilidade, durabilidade, eficiência energética e conforto.

A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, através do Departamento de Engenharia Civil, é reconhecidamente um centro de excelência em diversos domínios técnico-científicos, em particular no domínio da Reabilitação do Património Edificado.

 

Para mais informações, veja o site do curso.

O ICOMOS esteve no programa da TSF "Encontros com o Património".